Como avaliar um funcionário no período de experiência

Empregada em Treinamento A avaliação de um novo funcionário pode ser pautada em alguns aspectos importantes.

 

O período de experiência costuma ser um momento crucial para qualquer profissional e também para a empresa. Isso porque um candidato pode até se sair bem durante o processo seletivo, mas são necessários alguns meses para definir se ele atende às necessidades e expectativas da organização e, principalmente, se ele está qualificado e apto para fazer parte do time de colaboradores de uma determinada corporação, bem como para executar com maestria e excelência as demandas relacionadas ao cargo que vai ocupar.

Durante este período de teste, que é um momento crucial para ambas as partes, ou seja, colaborador e empresa, é fundamental que o departamento de Recursos Humanos – RH e o líder estejam atentos e observem cuidadosamente os comportamentos, a personalidade, o modo de trabalho, os comportamentos e atitudes do novo colaborador, para que, dessa maneira, seja possível realizar uma análise mais detalhada e justa nesta situação. Fazendo isso, é possível avaliar se o funcionário se adapta ou não ao trabalho e à cultura da empresa em questão.

Como se trata de uma momento verdadeiramente importante, conforme eu disse anteriormente, resolvi escrever o artigo de hoje para compartilhar com você algumas dicas e técnicas para que você possa avaliar os funcionários que estão em período de experiência em sua empresa de maneira ainda mais assertiva. Acompanhe-me nesta leitura e confira!

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Como avaliar um funcionário em experiência?

Mais do que técnicas e ferramentas, é preciso bastante feeling e observação para analisar e sentir se o colaborador realmente terá uma boa performance, bem como uma boa adaptação ao ser efetivado na organização.

Confira, a seguir, algumas dicas e saiba como avaliar um profissional em período de experiência em sua empresa:

1 – Evolução profissional

Após a contratação, é fundamental que a evolução do colaborador seja avaliada, ou seja, se as habilidades e competências identificadas durante a seleção estão sendo desenvolvidas de modo a melhorar sua atuação profissional, aumentar a produtividade e, consequentemente, gerar mais resultados para a empresa.

Esta etapa é importante, pois contar com profissionais que estão em constante processo de evolução também ajuda a empresa a crescer e desenvolver, no sentido de alcançar o sucesso que almeja.

2 – Assiduidade do profissional

É fundamental observar a assiduidade do profissional durante o período de experiência. Atrasos constantes ou faltas regulares podem indicar falta de compromisso e desinteresse pela empresa. É claro que, em alguns momentos, os imprevistos podem surgir, mas é importante não deixar que isso acabe virando rotina.

3 – Comportamento no ambiente de trabalho

Durante os dias de experiência, também é importante avaliar o comportamento do colaborador, sua adaptação às novas rotinas e demandas, seu entrosamento com outros colegas e, principalmente, sua proatividade ao realizar tarefas. Verifique se este profissional é proativo e se ele empenha em dar o seu melhor e aprender mais com os outros.

Este é um ponto que realmente merece atenção, pois, hoje em dia as empresas têm dado cada vez mais valor a profissionais que desenvolvem suas habilidades comportamentais constantemente, já que resiliência, inteligência emocional, proatividade, entre muitas outras, conferem ao colaborador ainda mais excelência em sua atuação ao aliarem-se às habilidades técnicas que este possui.

4 – Adaptação às normas e à cultura organizacional

Outro ponto importante a ser analisado é a adaptação do novo colaborador às normas, política e cultura organizacional. Avalie se ele tem respeitado os valores e regras da empresa como horários e prazos, por exemplo, pois fazendo isso, as chances de que ele tenha um futuro promissor na organização são ainda maiores.

5 – Comprometimento

Aliado aos pontos que citei até aqui, podemos citar também a necessidade de análise do comprometimento do colaborador em período de experiência com a empresa de uma forma geral. Assim, veja se ele entrega suas demandas no prazo, se é cuidadoso ao executá-las, se tem interesse em aprender sobre outros assuntos, que não necessariamente tenham a ver com o seu cargo e função, se ele interessa-se por saber mais sobre as metas e objetivos da empresa, procurando alinhar as suas próprias metas e objetivos a estes, e assim por diante.

Se as respostas que você encontrar para estas pontuações forem positivas, há grandes chances de que você contrate um profissional verdadeiramente comprometido com a empresa como um todo, bem como seus próprios resultados, pessoais e profissionais.

6 – Trabalho em equipe e relações interpessoais

Neste período, que pode ser de até 90 dias, de acordo com a Consolidação das Leis de Trabalho – CLT, algo também de extrema importância que deve ser observado é como o colaborador mantém suas relações interpessoais e como ele trabalha em equipe com seus colegas dentro da empresa.

Analisar este ponto é necessário, pois um bom relacionamento com os demais, bem como um trabalho em equipe de excelência fazem com que todos os processos organizacionais sejam executados com maior fluidez, já que os colaboradores estarão trabalhando em união e harmonia, no sentido de contribuir para que a empresa alcance seus objetivos a curto, médio e longo prazo.

O papel da empresa

É necessário entender que tudo na vida é uma via de mão dupla, ou seja, o profissional deve sim, neste período, demonstrar ao máximo toda a sua aptidão, suas habilidades e competências, bem como o seu interesse e comprometimento para ocupar o cargo que a empresa oferece.

Entretanto, a empresa também tem o seu papel neste processo, que não deixa de ser menos importante que o do colaborador. O que quero dizer é que é fundamental que seja feita uma auto análise, no sentido de entender se foi oferecida ao profissional a estrutura necessária para que ele tivesse a oportunidade de dar o seu melhor em seu período de experiência.

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Os profissionais que o estão avaliando precisam analisar também se os líderes que o acompanharam lhe deram as orientações necessárias para a boa execução de suas tarefas, se a infraestrutura foi adequada, se ele teve uma boa receptividade por parte da equipe, entre diversos outros aspectos relacionados às responsabilidades da empresa em si, já que tudo isso também permite que o colaborador tenha os subsídios necessários para um bom desempenho em seu período de experiência.

Tendo em mente que a empresa também tem um papel importante para que o funcionário demonstre todo o seu potencial, é possível fazer uma avaliação mais justa e, com isso, definir, com maior assertividade, se este tem condições de continuar na empresa ou não após finalizar o prazo de experiência.

E você, quais outras dicas considera importante para avaliar um candidato em período de experiência? Deixe o seu comentário, me dizendo também o que achou do texto e lembre-se sempre de se lembrar de nunca esquecer de compartilhar este conhecimento com seus amigos, em suas redes sociais.

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