Divertida Mente – O que o novo filme da Disney pode nos ensinar sobre Inteligência Emocional

A inteligência emocional é uma das habilidades determinantes para o sucesso pessoal e profissional do indivíduo. Através dela conduzimos nossas escolhas, atitudes e ações pautadas no domínio e gestão eficaz das próprias emoções e pensamentos.

Ser inteligente emocionalmente é uma capacidade natural, mas que também pode e deve ser desenvolvida e aprimorada continuamente. Afinal, tomamos decisões a todo instante em diversas circunstâncias no decorrer de nosso cotidiano, portanto, saber identificar e conduzir o que se passa em sua mente é fundamental para comportar-se de maneira adequada e pertinente às situações.

Atualmente o tema Inteligência Emocional tem sido abordado com maior frequência, principalmente, devido as características da sociedade moderna: rotina acelerada, múltiplos compromissos, busca incessante por metas e prazos, os diversos papeis que buscamos exercer com excelência na vida profissional, familiar, social, conjugal, entre outros múltiplos fatores que exigem muito de nós para lidar com desafios do dia a dia.

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É primordial, portanto, estudarmos continuamente sobre a temática a fim de potencializar essa competência tão necessária para a condução de nossas experiências positivas e negativas, de forma equilibrada. Entre diversas fontes de referência, citaremos hoje uma incrível obra cinematográfica voltada para o público infantil, mas que cativou igualmente o público adulto através de sua abordagem leve sobre um conteúdo tão rico – Divertida Mente!

Mais um filme da Disney, dos mesmos criadores de Up – Altas Aventuras e Monstros S.A., que aborda com maestria como funciona a dinâmica das emoções da mente humana, bem como, a importância de cada uma delas e suas interferências no modo como enxergamos o mundo e lidamos com as situações.

A história circunda no universo de uma menina que chama Riley, que passa por uma brusca mudança de vida devido ao trabalho do pai. Ela precisa deixar seu lar onde vive desde que nasceu, sua escola onde estão todos os seus amigos e o time de hockey (seu esporte favorito), para enfrentar uma nova realidade e recomeçar tudo do zero.  Essa transição faz com que as emoções de Riley – Alegria, Tristeza, Raiva, Nojinho e Medo – entrem em conflito e repensem a melhor maneira de viver essa nova fase.

Confira o trailer:

Cada emoção possui seu papel fundamental              

O filme aborda de forma simples como funciona a mente e o comportamento do ser humano, a partir de 5 emoções básicas, onde cada uma evidencia sua devida importância para alcançarmos nosso equilíbrio e inteligência emocional.

Tristeza – Não somos felizes o tempo todo, afinal, a vida é feita de altos e baixos. Nos sentimos tristes em alguns momentos, e talvez essa seja uma das situações emocionais que mais beneficiam nosso crescimento enquanto seres humanos, pois justamente nessas condições que agregamos as maiores lições e aprendizados advindos de nossas reflexões.

Alegria Raiva Nojinho Medo – A alegria impulsiona nosso movimento contínuo, o estímulo necessário para despender as ações em direção ao alcance de nossas metas e objetivos. É a energia que nos proporciona vitalidade para desfrutar de cada experiência.

Raiva – Normalmente sentimos raiva quando nossas expectativas não são atendidas, às vezes ela é inevitável, mas o importante é saber como domina-la. Existem ainda pessoas que canalizam positivamente sua raiva transformando em força de vontade para vencer suas limitações e superar-se.

Nojinho – O nojo ou aversão evita com que possamos ingerir alimento estragado e nos atentemos ao cheiro estranho de alguma coisa, mantendo a saúde física e sobrevivência.

Medo – Graças ao medo é que nos mantemos em segurança e evitamos situações de perigo, entretanto, não devemos nos deixar paralisar pelo medo, pois enfrentar o desconhecido é necessário para nossa evolução!

Seja no ambiente corporativo ou na vida pessoal, é primordial identificar e reconhecer as emoções presentes em cada momento e as razões com as quais foram estimuladas, para que saibamos conduzi-las adequadamente. Deste modo, adquirimos a capacidade de analisar cada situação com clareza e tomar decisões mais assertivas, principalmente em momentos de pressão e estresse, onde se faz ainda mais necessária essa habilidade.

É preciso aceitar nossas emoções

No decorrer do filme a Alegria é a líder da central de comando das emoções de Riley, pois a criança tem vivido apenas momentos felizes, até o dia em que se muda de cidade.  A partir de então, a Alegria se vê em um desafio constante para manter a menina contente, mas as condições não são nada favoráveis.

A Tristeza entra em cena e com uma frequência cada vez maior. Com o passar dos dias, a Alegria e as demais emoções, concluem equivocadamente que a Tristeza está prejudicando o controle emocional. Na tentativa de evita-la, a central de comando vira um caos.

Após muitas “emboscadas” compreendem que estar triste as vezes é saudável, pois é na ausência de momentos agradáveis que valorizamos a importância das boas experiências em nossa vida. E que a tristeza nos ajuda a desenvolver a empatia, ou seja, a capacidade de nos colocarmos no lugar do outro e reforçarmos nossa humanidade.

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Honrar e respeitar nossa história

O filme também aborda como as memórias acumuladas influenciam na personalidade da pequena Riley. Esse processo de identidade é construído principalmente durante a infância, onde estamos formando nossas crenças, valores e princípios.

Portanto, é de extrema importância proporcionar experiências positivas para seu filho, dedicando tempo de qualidade para educá-lo, estimulando sua convivência com outras crianças e priorizando programas de lazer mais agregadores, a fim de impulsionar seu aprendizado e desenvolvimento contínuo para que se torne um adulto equilibrado e pleno.

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José Roberto Marques

Sobre o autor: José Roberto Marques é referência em Desenvolvimento Humano. Dedicou mais de 30 anos a fim de um propósito, o de fazer com que o ser humano seja capaz de atingir o seu Potencial Infinito! Para isso ele fundou o IBC, Instituto que é reconhecido internacionalmente. Professor convidado pela Universidade de Ohio e Palestrante da Brazil Conference, na Universidade de Harvard, JRM é responsável pela formação de mais de 50 mil Coaches através do PSC - Professional And Self Coaching, cujo os métodos são comprovados cientificamente através de estudo publicado pela UERJ . Além disso, é autor de mais de 50 livros publicados.



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