Jogos psicológicos: não deixe se envolver

Jogos Psicológicos

Conheça a definição e a história dos Jogos Psicológicos

 

Já reparou como tudo o que fazemos, consciente ou inconscientemente, tem uma consequência? Que montamos roteiros em nossa mente de como queremos que as coisas aconteçam no nosso dia a dia? E que lidar com os imprevistos e frustrações quase nunca é tarefa fácil?

Isso acontece devido à complexidade da nossa mente. Criamos expectativas e jogos para tudo e esperamos que as coisas sigam exatamente como as imaginamos. Longe de ser algo ruim, afinal, precisamos disso para nos organizar e planejar a vida. O problema das armadilhas da mente e dos jogos psicológicos é quando você manipula outras pessoas para conseguir o que quer ou quando é manipulado e não consegue evitar o jogo de outras pessoas.

Existem jogos psicológicos atuando no palco da vida o tempo todo e se você não estiver atento para desarmá-los perderá o controle das coisas tanto no trabalho quanto no âmbito  familiar.

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Definição e história dos jogos psicológicos

O estudo dos jogos psicológicos foi desenvolvido por Eric Berne (1910-1970), que explica que a teoria é como um mecanismo pelo qual as pessoas evitam os comportamentos fundamentais para a autonomia, em função do seu aprendizado durante a infância. Ou seja, um jogo psicológico é uma unidade de relacionamento com cenas repetidas e um desfecho previsível.

Apesar das relações serem consideradas plausíveis, elas têm uma motivação escondida, como se fosse um truque ou uma mágica. Este motivo que fica escondido atende a outra parte do ego que não se manifesta de forma clara, mas que exige uma satisfação.

Em termos técnicos, podemos dizer que os jogos psicológicos são padrões disfuncionais do comportamento, considerados jogos. São situações repetitivas, instaladas com o objetivo de obter carinho. Podemos afirmar que é uma forma da pessoa resolver conflitos do passado no aqui e agora.

A máxima de que os fins justificam o meio ficam muito claras para caracterizar os jogos psicológicos. Assim sendo, Berne afirma na obra “Os Jogos da Vida que um jogo é uma série de transações complementares que se desenrolam até um desfecho definido e previsível. Ou seja, pode ser descrito como um conjunto repetido de transações, não raro enfadonhas, embora plausíveis e com uma motivação oculta. Para definir de maneira simples, Jogos são constituídos por uma série de lances com uma cilada ou ‘truque’ no meio ou no fim”.

A análise transacional de Berne

Para explicar melhor como os jogos psicológicos atuam no comportamento humano, Eric Berne criou a teoria de personalidade chamada Análise Transacional, em que ele classificou os tipos de condutas padrão não saudáveis em três papéis: Salvador, Perseguidor e Vítima.

Qualquer tipo de jogo tende a atrair outras pessoas a participar dele, pela afinidade entre as posições básicas com a posição do jogador principal. Por isso a maior parte dos jogos exibe de três a quatro papéis a serem preenchidos pelos interessados. São eles:

  • “Vítima” enganada;
  • “Perseguidor” que confronta a vítima;
  • “Salvador”, alguém que tenta resolver pacificamente a situação entre os dois primeiros.

Achou esses papéis interessantes? Este conceito foi criado no final da década de 1950 e, como vimos acima, trata-se de uma teoria da personalidade e uma psicoterapia sistemática que tem como objetivo o crescimento e mudança pessoal. Os seus resultados contribuem com alterações significativas nos comportamentos, sentimentos e pensamentos do paciente e por esse motivo é encarada como filosofia de vida.

A análise transacional recebeu esse nome porque Berne começou a se interessar pela relação entre as pessoas e a troca de estímulos e respostas (transações) que resultavam desse contato. Ele também considerava que todos nascem com o potencial de ser feliz, ter sucesso e manter relacionamentos de qualidade. No entanto, essa capacidade é limitada na medida em que os indivíduos agem de acordo com as expectativas de terceiros, como de seus pais, por exemplo.

As suas pesquisas eram, portanto, baseadas na observação das atitudes de seus pacientes e na conduta humana como um todo. Tudo isso porque o estudioso desconsiderava teorias que não pudessem ser demonstradas ou comprovadas na prática.

Nesse sentido, quando compreendemos a maneira de nos comunicar, assim como os diferentes egos, passamos a realizar uma comunicação mais assertiva, uma vez que transmitiremos os nossos sentimentos e emoções de forma a ser entendida pelo receptor.

Como modelo de aprendizagem, a análise transacional é realizada por meio de um contrato entre o terapeuta e o cliente. Nessa perspectiva, é o próprio paciente que coloca aquilo que deseja mudar em sua vida e o terapeuta apenas aceita o desafio de ajudá-lo. As sessões pretendem contribuir para que o indivíduo alcance a autonomia de vida, usufruindo de melhor controle de seus sentimentos, pensamentos e comportamentos, além de tornar-se mais apto para identificar e abdicar de atitudes que o estejam atrapalhando de alguma forma.

A análise transacional faz parte de um programa de melhoria contínua que evita os jogos psicológicos, sendo que quanto mais você se conhece, mais habilidades de como utilizar sua comunicação terá e estará em constante aprimoramento. Essa teoria pode ser aplicada principalmente em locais e situações em que o relacionamento interpessoal é fundamental, como é o caso do ambiente corporativo.

Paralelamente a este acompanhamento psicológico e à busca pelo autoconhecimento, a metodologia do coaching desempenha o papel de despertar potenciais e evitar os gatilhos que ativam as armadilhas da mente e dos jogos psicológicos.

O Professional & Self Coaching (PSC), do Instituto Brasileiro de Coaching (IBC), por exemplo, é a melhor e mais completa formação em coaching do Brasil e oferece uma experiência única de vida e carreira, proporcionando aos participantes um expressivo e imediato retorno sobre o investimento.

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Ao realizar esta formação, você estará munido de técnicas e ferramentas, tendo um diferencial competitivo de mercado, pois desenvolverá habilidades e irá otimizar suas competências para alcançar seus resultados em um curto espaço de tempo. Além disso, estará apto a aplicar seus conhecimentos em coaching nas pessoas de seu convívio social, seja no ambiente de trabalho ou pessoal. Assim, mais pessoas deixarão de se envolver nos jogos psicológicos do dia a dia e passarão a ter relações mais saudáveis em todos os âmbitos da vida. Impossível não querer fazer esses investimento na sua carreira e vida pessoal, não é mesmo?

Conte-me se você já caiu em algum jogo psicológico. Comente a sua experiência e aproveite para compartilhar este artigo com a sua rede.

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