Comportamento Humano nas Organizações

Equipe de trabalho em uma reunião

Entenda mais sobre o Comportamento Humano nas Organizações .

Toda empresa tem suas próprias normas, propósitos e cultura organizacional, e é esta última que baliza os comportamentos que os profissionais devem ter neste ambiente. Entretanto, existem ainda outros fatores importantes para a formação dos resultados e a satisfação do capital humano.

Os colaboradores representam o sistema social que compõe uma empresa, e tanto o ambiente interno (organização) como o externo (sociedade) influenciam os seus comportamentos. Desse modo, para entender como esses processos ocorrem, é preciso compreender todos os fatores que envolvem tais ações.

Como as empresas são compostas por pessoas com vivências, ambições e motivações tão distintas, é necessário estudar o comportamento humano no trabalho para saber lidar com todas as questões que envolvem os colaboradores da organização. Neste artigo, você vai conhecer alguns dos pilares básicos que devem nortear as atitudes das pessoas nesses ambientes. Confira!

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Motivação

A motivação pode ser caracterizada por um impulso interno que nos leva à ação e parte de uma interação entre a pessoa e o ambiente. Todos os seres humanos têm as suas próprias motivações, advindas dos seus valores e crenças, o que não é diferente na vida profissional. Assim, ao investir em motivação, os gestores podem elevar a produtividade dos colaboradores e o interesse pelo trabalho desenvolvido (e também pela própria empresa!). Há dois tipos de motivação:

  • Motivação Intrínseca— proveniente de fatores internos, das necessidades pessoais de cada colaborador. (Exemplo: realizar uma tarefa no trabalho com prazer, por ser de interesse também do colaborador).
  • Motivação Extrínseca— gerada por fatores externos, como reforço ou mesmo punição. (Exemplo: fazer uma tarefa contra a vontade e apenas por ser uma determinação do superior).

A motivação pode conter, ainda, uma mistura dos elementos intrínsecos e extrínsecos, e ser mesclada. Assim, um profissional, ao mesmo tempo em que realiza uma tarefa que lhe foi determinada pelo gestor, pode também realizá-la com prazer e satisfação.

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Responsabilidade e disciplina

A responsabilidade também é um traço essencial do comportamento humano nas organizações. É por meio dela que os colaboradores asseguram os seus líderes e colegas de que farão a sua parte, de que cumprirão as suas tarefas com qualidade e de que respeitarão os prazos que foram determinados.

A disciplina, por sua vez, é a capacidade que o profissional deve ter para terminar tudo aquilo que ele começa, ou ao menos que possa pedir ajuda ou delegar a tarefa a um colega, caso não seja possível concluí-la. O importante é que ele aponte soluções para os problemas que encontrar e não deixe as situações pela metade.

Esses dois aspectos são fundamentais para qualquer profissional, afinal de contas, desenvolvê-los é também respeitar o trabalho do outro. Nas empresas, ninguém está isolado, de modo que o trabalho de um sempre afeta o do outro. Dar o melhor de si, portanto, é respeitar o gestor e os colegas.

Diálogo e bom relacionamento interpessoal

A comunicação é um fator-chave para o trabalho em equipe. Por meio dela, podemos identificar problemas, propor soluções, fazer sugestões, tirar dúvidas, pedir ajuda, compartilhar conhecimentos, dar feedbacks, enfim, expor ao grupo aquilo que estamos fazendo.

Por isso, o diálogo é a melhor maneira de resolver qualquer mal-entendido. Uma boa conversa, franca, tranquila, com uma comunicação clara e no canal adequado certamente é o melhor jeito de prevenir e/ou consertar erros.

Além disso, a comunicação empática e sem julgamentos favorece o respeito, a educação e a cortesia, o que permite um bom relacionamento entre todos os colegas. Você não precisa criar laços de amizade no trabalho, se assim desejar, mas é importante que haja um clima de cooperação e harmonia nesse ambiente. É essencial evitar as discussões e manter a gentileza para resolver as questões do dia a dia.

Dedicação e foco

Para que as organizações possam efetivamente prosperar e para que o próprio colaborador possa progredir em sua carreira, não basta fazer, é preciso fazer bem feito. Isso nos leva ao conceito de dedicação, que nada mais é do que dar o melhor de si em todas as suas atividades, mesmo as que não pareçam tão importantes. Ser atencioso, agir com cuidado, mitigar riscos, corrigir erros e dar o melhor de si em suas tarefas é essencial.

Para que isso seja possível, contudo, é preciso desenvolver outra característica comportamental: o foco. Ter foco significa concentrar a sua dedicação em uma única atividade de cada vez. Você já tentou redigir um relatório para a sua empresa enquanto bate papo com o colega e navega pelas redes sociais? Isso certamente seria difícil, e a qualidade do trabalho cairia, pois o seu cérebro não dá conta de três atividades diferentes competindo pela sua atenção. Assim, defina a sua prioridade e deixe as distrações para outro momento. Isso é ter foco!

Adaptabilidade e evolução constante

Diz a biologia que os seres mais bem-sucedidos no processo evolutivo não são necessariamente os mais fortes, mas sim os que melhor se adaptam ao ambiente em que vivem. Nas organizações, não é diferente. É importante compreender a cultura organizacional e agir de acordo com ela. É claro que você pode propor inovações e ter certa liberdade, mas sem fugir dos valores e dos propósitos da empresa.

Adaptar-se às novas tendências do momento também é importante e envolve acompanhá-las e estudar continuamente para que ninguém fique “ultrapassado” no conhecimento. Por isso, todo profissional precisa evoluir de forma constante, sem jamais deixar de progredir, de aprender, de estudar, de participar de eventos, de realizar cursos e treinamentos etc.

Qualquer área profissional passa por descobertas e transformações constantemente, e cabe a todos nós acompanhá-las para que não percamos valiosas oportunidades.

Inteligência emocional

Por fim, nunca é demais ressaltar que a inteligência emocional é uma das competências comportamentais que mais precisam ser desenvolvidas. Ela diz respeito à capacidade de uma pessoa de identificar o que sente, reconhecer as causas da sua emoção, administrar a sua intensidade e agir no sentido de resolvê-las, caso sejam emoções negativas.

Por isso, qualquer pessoa que aprende a lidar com a raiva, com a tristeza, com a crítica, com a rejeição, com a frustração, com medo e com a ansiedade é uma pessoa emocionalmente inteligente. Isso não significa ignorar ou reprimir esses sentimentos, mas ser capaz de “descarregá-los” de forma construtiva e dar respostas saudáveis diante deles.

Isso permite que você se proteja sem prejudicar ninguém. Por isso, pessoas emocionalmente inteligentes frequentemente são as que melhor conduzem os seus relacionamentos interpessoais dentro das organizações.

Como você pode perceber, o comportamento humano nas organizações é um fator complexo, já que depende do desenvolvimento contínuo de diferentes competências, como as que citamos acima. Contudo, dependendo da cultura da organização, diversos outros fatores podem ser incluídos nessa lista, como a criatividade, a liderança, a capacidade de negociação e o bom humor. O importante é que nunca deixemos de nos desenvolver nesses aspectos comportamentais, bem como nos saberes técnicos das nossas respectivas profissões!

E você, querida pessoa, tem desenvolvido o seu comportamento no ambiente profissional? Quais competências são mais relevantes para você dentro das organizações? Deixe o seu comentário no espaço a seguir. Por fim, que tal levar estas informações a todos os seus amigos, colegas de trabalho, familiares e a quem mais possa se beneficiar delas? Compartilhe este artigo nas suas redes sociais!

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José Roberto Marques

Sobre o autor: José Roberto Marques é referência em Desenvolvimento Humano. Dedicou mais de 30 anos a fim de um propósito, o de fazer com que o ser humano seja capaz de atingir o seu Potencial Infinito! Para isso ele fundou o IBC, Instituto que é reconhecido internacionalmente. Professor convidado pela Universidade de Ohio e Palestrante da Brazil Conference, na Universidade de Harvard, JRM é responsável pela formação de mais de 50 mil Coaches através do PSC - Professional And Self Coaching, cujo os métodos são comprovados cientificamente através de estudo publicado pela UERJ . Além disso, é autor de mais de 50 livros publicados.



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