Saiba o que causa insônia e como ela pode ser evitada

Insônia Conheça os principais sintomas da Insônia.

 

Problemas recorrente para dormir ou permanecer dormindo pela noite toda caracteriza um quadro de insônia. Esse distúrbio prejudica o rendimento do indivíduo, reduzindo sua capacidade de concentração, bem como afetando o seu humor. Os insones já acordam se sentindo extremamente cansados e, conforme as noites mal dormidas vão se somando, a qualidade de vida vai diminuindo. Você sabe quais são as principais causas desse distúrbio e como evitá-lo? Continue lendo e descubra!

Conheça as 10 principais causas da insônia

Antes de apresentar as causas da insônia, preciso salientar que quase todos os indivíduos adultos terão pelo menos um episódio de dificuldade de dormir ao longo da vida. A questão se torna problemática quando o período insone se prolonga demasiadamente, ultrapassando os limites do normal. Além disso, a insônia pode ser um distúrbio desencadeado por outros fatores principais, como uso de medicamentos e alguns tipos de doenças. Veja, abaixo, quais são as principais causas.

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1 – Depressão

Bastante comum em pacientes com quadros depressivos, a insônia pode se estender por várias noites. Ressalto, contudo, que em alguns indivíduos acontece exatamente o oposto, ou seja, a depressão faz com que durmam mais do que o normal.

2 – Estresse

Episódios insones podem ser desencadeados por situações de grande estresse, como a perda ou adoecimento de um ente querido, problemas de saúde, ansiedade por uma prova, divórcio ou perda de emprego. Esses problemas ativam a mente, que não consegue se desligar e entrar em um sono profundo.

3 – Ansiedade

A ansiedade referida pode ser tanto o sentimento comum que antecede algum acontecimento importante quanto um transtorno. Aliás, algumas pessoas que sofrem de insônia podem criar mais um mecanismo de impedimento para seu sono ao ficarem tensas, por saber que será difícil adormecer.

4 – Condições de algumas doenças

A insônia pode ser associada também a condições geradas por algumas doenças, como, por exemplo, incontinência urinária, cefaleias, apneia do sono, doenças pulmonares, câncer, artrite, distúrbios da tireoide, refluxo, Alzheimer, Parkinson e AVC.

5 – Falta de constância em seus hábitos de sono

O relógio biológico do ser humano se baseia no chamado ciclo circadiano (período de cerca de 24 horas), de maneira que é importante ter uma certa rotina para dormir e acordar. Uma grande variação de horários faz com seu organismo não consiga equilibrar o tempo de descanso e o tempo desperto. Não precisa ter pontualidade britânica para dormir, mas é necessário manter pelo menos uma faixa de horários aceitável.

6 – Falta de preparo para o sono

Outros comportamentos que podem atrapalhar o momento de pegar no sono, incluem: realizar atividades muito estimulantes, como assistir televisão, ficar muito tempo olhando para a tela do celular ou trabalhar logo antes de se deitar; dormir em um lugar desconfortável, barulhento ou muito iluminado. O ideal é realizar atividades mais tranquilas, como ler e meditar, durante pelo menos uma hora antes de adormecer.

7 – Fuso horário

Quem viaja para destinos com fuso horário muito distinto, como o Japão, por exemplo, pode ter grandes dificuldades de se adaptar às mudanças. O relógio biológico fica bagunçado e, assim, se torna complicado o início do sono. Nesse caso, é normal que o problema desapareça depois de algum tempo.

8 – Uso de medicamentos

Alguns medicamentos podem ter como efeito colateral interferência no sono, impedindo que a pessoa adormeça ou consiga dormir por várias horas seguidas. Dentre os medicamentos que podem causar problemas para dormir estão corticosteróides, antidepressivos, estimulantes, alguns antialérgicos, medicamentos para controle da pressão arterial, entre outros. É importante conversar com seu médico a respeito de dificuldades para dormir para tentar encontrar alternativas e, obviamente, nunca se automedicar.

9 – Consumo excessivo de cafeína

O consumo demasiado de produtos que contêm cafeína – como café, refrigerantes a base de cola, entre outros, pode se tornar um fator desencadeante da insônia. Não é proibido consumir esses produtos, contudo, é necessário ficar atento para não os consumir muito perto do horário de dormir.

Bebidas alcóolicas e a nicotina presente no cigarro e outros derivados do tabaco também podem atrapalhar o sono. No caso do álcool, é normal que cause sonolência, facilitando pegar no sono, mas não deixa o indivíduo entrar nos estágios mais profundos de descanso, de maneira que pode acordar várias vezes ao longo da noite.

10 – Refeições pesadas à noite

Pessoas que têm como hábito fazer refeições muito pesadas e gordurosas à noite podem desenvolver insônia, pois isso gera desconforto físico no momento de se deitar. Com o corpo trabalhando para processar o alimento que acabou de ser ingerido, é difícil ter um descanso de qualidade. Durante o sono podem ocorrer ainda problemas como refluxo e azia.

Sintomas da insônia

Assim como a grande maioria dos distúrbios, a insônia apresenta sintomas, abaixo você poderá conferir os principais, para que consiga verificar se está apresentando mais de deles e, então, saiba se é hora de buscar ajuda médica.

  •   Dificuldade para pegar no sono na hora de dormir (uma pessoa insone pode demorar mais de meia hora para adormecer e dormir menos de seis horas, por pelo menos três noites por semana ao longo de três meses);
  •   Fadiga ao longo do dia;
  •   Sonolência diurna;
  •   Acordar várias vezes durante a noite;
  •   Complicações gastrointestinais;
  •   Acordar muito cedo sentindo que precisa dormir mais, mas sem conseguir;
  •   Maior irritabilidade;
  •   Dores de cabeça em pontos localizados;
  •   Ansiedade;
  •   Preocupação demasiada com o momento de dormir;
  •   Dificuldade de concentração;
  •   Sintomas depressivos.

Diagnóstico da insônia

A forma mais efetiva de controlar e acabar com a insônia é procurar ajuda médica para identificar qual é o fator desencadeante e realizar um tratamento adequado de acordo com a causa. Para isso, é indicado que se consulte com um médico do sono, que é uma especialidade que tem se popularizado cada vez mais, um neurologista ou um psiquiatra.

A partir dos sintomas e avaliação do histórico, o profissional poderá identificar qual é o tipo de tratamento mais eficaz. Em alguns casos, o paciente deve manter um diário do sono, para que registre suas experiências e o seu padrão seja identificado. Além das perguntas convencionais, é possível que o especialista solicite um exame físico em busca de sinais de problemas associados. Algumas pessoas precisam ser submetidas a uma avaliação em um centro especializado para o diagnóstico de distúrbios do sono.

Insônia tem tratamento

A insônia tem tratamento e pode ser curada com o acompanhamento de um especialista. Algumas medidas que se mostram relevantes em diferentes casos incluem: melhorar os hábitos do sono, passar a praticar atividade física com frequência, aprender a relaxar antes de se deitar. O médico pode recomendar ainda o uso de alguns medicamentos para insônia.

Mas, atenção, somente um profissional pode determinar qual é o melhor remédio para o seu caso e se é realmente necessário se medicar. Jamais tome qualquer medicamento para dormir ou qualquer outro fim sem prescrição e nem suspenda o tratamento indicado por acreditar que está melhor. Siga à risca as indicações do especialista para recuperar a tranquilidade de um sono pleno.

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Dicas para evitar a insônia

Além do tratamento médico, quem sofre de insônia pode adotar algumas medidas simples em seu dia a dia para facilitar o seu sono, aumentando a qualidade das suas horas dormidas. Confira abaixo a lista de dicas que elaborei.

1 – Tenha horários

Como mencionei nas causas da insônia, não ter horário certo para dormir e acordar pode se refletir em dificuldades para se desligar e dormir bem. Nesse sentido, procure adequar a sua rotina de tal forma que você consiga um tempo para ir desacelerando antes de se deitar, para quando colocar sua cabeça no travesseiro possa se entregar ao descanso pleno.

2 – Pratique atividades físicas regularmente

O ideal é praticar atividade física de manhã, para ajudar o corpo a despertar e proporcionar endorfina para as horas seguintes. Esse bom hábito contribui para que você se sinta mais apto a adormecer a noite. Meia hora por dia, cinco dias por semana, já faz uma grande diferença.

3 – Converse com seu médico sobre seus medicamentos

Se você tem alguma condição que o obriga a tomar certos medicamentos regularmente e acredita que isso está afetando a qualidade do seu sono, converse com seu médico sobre a possibilidade de trocar o remédio. Alguma substância do composto pode agir como estimulante no seu organismo. Porém, ressalto que somente seu médico pode fazer a substituição, não deixe de seguir qualquer tratamento sem consultar o especialista primeiro.

4 – Nada de cochilos

Se você tem problemas para dormir à noite, não deve cair na tentação de tirar cochilos ao longo do dia. No caso de ser inevitável dormir um pouco se certifique de que não vai ser mais do que meia hora, além disso, evite cochilar depois das três da tarde.

5 – Evite ou reduza o consumo de cafeína e álcool

Os adeptos de alguns cafezinhos e uns bons drinks devem repensar esses hábitos, se não der para evitá-los por completo, é importante pelo menos tentar reduzir a frequência e quantidade. O consumo de substâncias estimulantes não pode ser feito próximo ao horário de dormir.

6 – Cuide de dores físicas

As dores no corpo podem dificultar o processo do sono devido ao incômodo que causam, então é importante identificar a raiz do problema e tratá-lo. Quanto mais relaxado você estiver, mais fácil será se desligar e dormir.

7 – Faça lanches leves antes de dormir

Nada de comer uma feijoada antes de se deitar, opte por alimentos mais leves, como saladas e frutas. Um chá sem cafeína também é muito bem-vindo.

Espero que tenha gostado das dicas e informações compartilhadas e que elas te ajudem a ter um sono de qualidade e verdadeiramente revigorante. 

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