Conheça mais Sobre as Teorias Motivacionais

Teorias Motivacionais

As Teorias Motivacionais objetivam identificar e analisar os fatores que estimulam o comportamento das pessoas

A motivação é aquilo que movimenta a natureza humana na busca pela concretização de algum objetivo, assim como a energia necessária para praticar qualquer ação. Dessa forma, as atividades e obrigações nos mais variados setores da vida precisam desse impulso para serem realizadas.

Não é a toa que muito se pesquisa sobre este tema, no sentido de compreender melhor suas nuances e de desenvolver mecanismos assertivos para que nós mesmos possamos nos manter sempre motivados a realizar nossas atividades diárias, em prol de nossos sonhos e objetivos, e também de encontrar formas de motivar as pessoas ao nosso redor.

Tudo isso porque a motivação é fundamental em nossa vida, não só pessoal, mas também profissional e até mesmo empresarial, já que precisamos de uma grande dose diária deste importante elemento, para que assim tenhamos disposição de tornar concretos os objetivos propostos.

Assim, sabendo da importância deste assunto, hoje vou me aprofundar um pouco mais sobre ele, falando de algumas das Teorias Motivacionais de maior relevância já desenvolvidas. Acompanhe-me e confira:

A importância das Teorias Motivacionais

Dada a sua importância no cotidiano das pessoas, a motivação tem sido objeto de estudo de diversas áreas. Um dos resultados mais efetivos dessas pesquisas foram as Teorias Motivacionais. Elas começaram a ser desenvolvidas na segunda metade do século XX, e ainda hoje recebem complementações. Muitos estudiosos classificaram essas teorias como estudo da “Satisfação”, pois visam medir o índice de motivação das pessoas, baseadas em suas necessidades e aspirações.

As Teorias Motivacionais objetivam identificar e analisar os fatores que estimulam o comportamento das pessoas. No geral, a base para elaboração dessas hipóteses são as teorias hedônicas desenvolvidas pelos filósofos gregos, que enxergavam o comportamento humano como atitudes voltadas para a realização de algum prazer. Elas consideram três estímulos principais do comportamento humano: ganho material, reconhecimento social e realização pessoal.

Muitas destas teorias foram elaboradas para analisar as necessidades internas que influenciam o comportamento humano. Elas são utilizadas por diversas áreas como ferramentas para compreender, prever e influenciar as atitudes das pessoas. Isso não é diferente na gestão empresarial, que utiliza-se desses estudos para atrair talentos, estimular a alta produtividade e garantir a satisfação dos atuais colaboradores com o objetivo de retê-los.

Apesar de existirem diversas teorias motivacionais, vamos conhecer melhor aquelas elaboradas por dois pensadores que influenciaram e continuam influenciando grandes administradores: Herzberg e Maslow.

Teoria da Motivação de Frederick Herzberg

Segundo a Teoria da Motivação, desenvolvida pelo psicólogo Frederick Herzberg, o nível de rendimento dos profissionais varia de acordo com sua satisfação no trabalho, ou seja, depende de como se sentem em determinado ambiente corporativo e dos fatores que influenciam em sua motivação e desmotivação.

Frederick Irving Herzberg foi um psicólogo e influente professor de gestão empresarial americano. Nascido dia 18 de abril de 1923 em Massachusetts, ele graduou-se na City College em Nova York e fez a pós-graduação na Universidade de Pittsburgh. Quando não estava estudando, dava aula de psicologia na Case Western Reserve, em Cleveland. O professor ficou um tempo afastado dos estudos para servir como sargento no exército. De acordo com ele, foi essa experiência que o levou a se interessar por motivação.

O psicólogo acreditava que o enriquecimento do trabalho é um processo de gerenciamento contínuo que impacta diretamente na satisfação do funcionário. O seu trabalho de maior relevância é a Teoria dos Dois Fatores que foi publicada no livro “A Motivação para Trabalhar”. Na obra, ele explica que existem dois tipos de fatores responsáveis pela satisfação das pessoas em um ambiente corporativo: os motivadores e os higiênicos.

Fatores motivadores

Como o nome já diz, são fatores que quando presentes causam motivação, e quando ausentes provocam insatisfação. Eles estão relacionados aos objetivos do próprio  funcionário tanto em relação a sua carreira, quanto ao seu cargo atual e atividades que exerce.

Aqui, se encaixam reconhecimento, crescimento profissional, autorrealização, grau de desafios aos quais são expostos e a capacidade de realizá-los, liberdade para decidir como realizar suas atividades e uso pleno de suas habilidades pessoais. Quando sanados, a empresa consegue aumentar a produtividade e satisfação dos seus colaboradores, e, consequentemente, alcançar o sucesso que almeja em seu mercado de atuação.

Fatores Higiênicos

Esses fatores estão relacionados às ferramentas e estruturas oferecidas pela empresa. Quando ausentes, causam insatisfação, mas quando presentes, apesar de satisfatórios, não causam necessariamente a motivação do funcionário. Eles têm mais a ver com o ambiente que o rodeia e à conduta da organização do que com as funções do funcionário em si.

São eles: salário, ambiente de trabalho, política da empresa, relação dos superiores com os demais funcionários e os benefícios, por exemplo. Segundo Herzberg, os “fatores de higiene operam independentemente dos fatores de motivação. Um indivíduo pode ser altamente motivado em seu trabalho e estar insatisfeito com o ambiente corporativo”.

Essa teoria mostra como um funcionário pode ser impactado dentro da empresa e o que causa satisfação e motivação. Os líderes das equipes e o RH podem usar essas informações tanto para prevenir a insatisfação por parte de seus colaboradores como para elaborar estratégias para motivá-los. Como resultado, os funcionários usufruirão de mais felicidade e bem-estar, o que refletirá no aumento da produtividade e crescimento da organização como um todo.

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Hierarquia das Necessidades de Maslow

A Hierarquia das Necessidades, desenvolvida por Abraham Maslow, é uma das ferramentas mais utilizadas pela gestão empresarial. Como classifica as necessidades humanas de forma lógica e prática, contribui para resultados organizacionais mais assertivos. O psicólogo americano considerava que as carências humanas eram classificadas desde as mais básicas, indispensáveis para a sobrevivência e bem-estar do organismo, àquelas mais elevadas, referente à autorrealização pessoal.

Para esquematizar sua teoria, Maslow utilizou os graus de uma pirâmide. Cada um deles abriga um nível de necessidades: as primárias em sua base, seguida das necessidades secundárias no meio e as necessidades de realização pessoal, ocupando o topo da estrutura.

Para Maslow, as pessoas se esforçam para satisfazer a necessidade que estiver precisando com urgência em dado momento. Os indivíduos tendem a seguir uma sequência para realização dessas carências, partindo das necessidades fisiológicas, que precisam ser pelo menos parcialmente saciadas para possibilitar ao indivíduo desejar a realização de outras classificadas em níveis acima.

No âmbito empresarial, podemos citar o exemplo tradicional do colaborador que precisa sobreviver e fica satisfeito apenas com o salário, suficiente para pagar as contas, comprar alimentos e abrigar a si mesmo e a sua família. Quando já usufruir do benefício que sane as suas necessidades básicas, procurará por um emprego que ofereça condições de estabilidade profissional e ambiente de trabalho seguro. Ao alcançar esses objetivos, ele vai buscar por oportunidades de crescimento e incentivos que proporcionem mais autoestima e realização. Por fim, tenderão a querer mais participação e reconhecimento por parte da empresa.

Caso a empresa não ofereça as recompensas adequadas aos trabalhadores, eles se sentirão frustrados e não responderão adequadamente às oportunidades e incentivos oferecidos. Por isso, é necessário identificar em que nível da pirâmide eles estão, de modo a investir nas estratégias mais adequadas às suas necessidades.

Para que você compreenda ainda mais como funciona a Teoria das Necessidades de Maslow, produzimos um vídeo, falando sobre cada uma das etapas da Pirâmide.

Confira:

O Coaching e a motivação

Não há como falar em motivação e não falar em Coaching. Digo isso, pois, como foi citado no vídeo e como estamos abordando ao longo de todo este conteúdo, todos nós temos necessidades e anseios que passamos a vida tentando sanar, e muitas vezes, o alcance destes objetivos parece impossível.

Assim, por parecer impossível, com o passar do tempo vamos perdendo a força de vontade e a motivação para tornar reais nossos sonhos. Entretanto, quando contamos com uma metodologia de aceleração de resultados, que nos permite compreender e até mesmo conhecer melhor tudo aquilo que nos motiva, como é o caso do Coaching, nos sentimos muitos mais impelidos a encontrar mecanismos de sanar estas mesmas necessidades e anseios, que antes achávamos impossíveis.

 

Neste sentido, o Coaching, por meio de técnicas e ferramentas altamente eficazes, ajuda, não só na compreensão das motivações do ser humano, mas também na elaboração de um planejamento eficiente, que lhe mantenha motivado diariamente, a conquistar seus objetivos. E o que é melhor: de forma acelerada.

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José Roberto Marques

Sobre o autor: José Roberto Marques é referência em Desenvolvimento Humano. Dedicou mais de 30 anos a fim de um propósito, o de fazer com que o ser humano seja capaz de atingir o seu Potencial Infinito! Para isso ele fundou o IBC, Instituto que é reconhecido internacionalmente. Professor convidado pela Universidade de Ohio e Palestrante da Brazil Conference, na Universidade de Harvard, JRM é responsável pela formação de mais de 50 mil Coaches através do PSC - Professional And Self Coaching, cujo os métodos são comprovados cientificamente através de estudo publicado pela UERJ . Além disso, é autor de mais de 50 livros publicados.



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